07 junho 2008
A vida sem os sonhos seria um erro
Um dia um dos meus filósofos favoritos afirmou que nada nos pertence mais que nossos sonhos. Apesar de não estar de acordo com todas as suas afirmações, eu o admiro por alguns de seus escritos e, principalmente, por sua audácia e perspicácia. Essa relação paradoxal de crítica/admiração é importante, pois dela é possível abstrair, assimilar e fazer suas próprias construções. Quem disse que a discordância é ruim? Aliás, segundo ele - o filósofo apreciado- os conceitos de bom/mau, bem/mal são atribuídos por nós mesmos, são construídos culturalmente.
A afirmação por ele supracitada nos proporciona uma introspecção. Nossos sonhos são o resultado de desejos internos que pulsam a existência/realização de algo. É a abstração do querer, do ser, que se agrega à nossa mente e coração, e lateja para a sua concretização. Há pessoas que vivem em prol deles, outros os ignoram, e alguns os fantasiam, vivendo-os apenas no imaginário.
Nietzsche, sim ele é o referido, disse que a vida sem a música seria um erro. Concordo em parte, mas acho que o ideal seria: a vida sem os sonhos seria um erro. Não que eu não goste de música, pelo contrário; realmente, o que seria de nós sem ela?! O que quero dizer é que as consequências de uma vida sem sonhos seriam mais desastrosas que as de uma vida sem música. Enfim, a música é fruto de um sonho. São inspirações oriundas de nosso imaginário e que mexem com ele.
"Aquele que tem um porquê consegue suportar qualquer como", disse Friedrich Nietzsche. Então, o porquê nos impulsiona ao como, 'como' alcançar o sonho. Para quem está do lado de fora, pode parecer loucura, mas você sabe a finalidade, o 'porquê' desse 'como', e, com certeza valerá a pena. Quando realizamos um sonho, há uma sensação tão boa como se nos achegássemos a Deus. O sentimento de conquista, de vitória, faz-nos alçar vôos novos, num ciclo de luta/conquista. Nessa batalha em prol de um sonho a arma poderosa para vencer chama-se fé. É através dela que ativamos milagres e superamos barreiras.
E assim prossigo em busca de mais e mais sonhos até realizá-los e assim pensar em novos sonhos até realmente viver o maior de todos os sonhos... a terra prometida.
A afirmação por ele supracitada nos proporciona uma introspecção. Nossos sonhos são o resultado de desejos internos que pulsam a existência/realização de algo. É a abstração do querer, do ser, que se agrega à nossa mente e coração, e lateja para a sua concretização. Há pessoas que vivem em prol deles, outros os ignoram, e alguns os fantasiam, vivendo-os apenas no imaginário.
Nietzsche, sim ele é o referido, disse que a vida sem a música seria um erro. Concordo em parte, mas acho que o ideal seria: a vida sem os sonhos seria um erro. Não que eu não goste de música, pelo contrário; realmente, o que seria de nós sem ela?! O que quero dizer é que as consequências de uma vida sem sonhos seriam mais desastrosas que as de uma vida sem música. Enfim, a música é fruto de um sonho. São inspirações oriundas de nosso imaginário e que mexem com ele.
"Aquele que tem um porquê consegue suportar qualquer como", disse Friedrich Nietzsche. Então, o porquê nos impulsiona ao como, 'como' alcançar o sonho. Para quem está do lado de fora, pode parecer loucura, mas você sabe a finalidade, o 'porquê' desse 'como', e, com certeza valerá a pena. Quando realizamos um sonho, há uma sensação tão boa como se nos achegássemos a Deus. O sentimento de conquista, de vitória, faz-nos alçar vôos novos, num ciclo de luta/conquista. Nessa batalha em prol de um sonho a arma poderosa para vencer chama-se fé. É através dela que ativamos milagres e superamos barreiras.
E assim prossigo em busca de mais e mais sonhos até realizá-los e assim pensar em novos sonhos até realmente viver o maior de todos os sonhos... a terra prometida.
03 maio 2008
Geração do Ócio
Em parte, acho que nasci na época errada. Lendo tudo o que gerações passadas conquistaram, lutaram em prol de seus objetivos, todos os seus feitos, eu me pergunto: "What do We live for?" Infelizmente, minha geração é fútil, ociosa, é uma geração que tinha, e tem, tudo para ser a revolucionária, a geração para marcar a história, porque tem tudo, ou quase tudo, ao alcance das mãos, é a x-generation. Mas e... o que se tem feito?? Nada! Poderíamos mudar o mundo; mas mudar para quê? Em quê? Não se sabe.
Não se tem uma ideologia de vida, não se tem mais vontade, parece que estamos conformados com o mundo. Tudo é modinha, roupas e estilos "style", novos conceitos, mas todos sem conteúdo. O mundo se contorce em nossa frente e o que fazemos? Vamos escutar nosso ipod e acessar o myspace! O movimento estudantil não tem mais vida, é raro os casos que ainda se unem e vão à luta (Viva a invasão à reitoria!). Também não digo que apenas manifestações, badernas e coisas do tipo é que demonstram garra, força e determinação. Meu questionamento é: Cadê nossa identidade? Qual é a nossa virtude? As pessoas andam frias e cada vez mais egoístas, cada um no seu mundinho. A juventude quer ser ouvida, mas não tem nada a dizer.
O mundo espera algo de nós, pois somos fortes, a própria bíblia diz isso. Nosso tempo é curto e a juventude é um pulo. O que contaremos às próximas gerações sobre nossos feitos? O que diremos a respeito da nossa cultura jovem? Qual será nossa contribuição ao mundo? Qual é a nossa marca? Orkut, msn e flogs o tempo todo? São tantas histórias de outras gerações que me deixam fascinado.
Às vezes tenho saudade de coisas que não vivi, que não presenciei. Há momentos que parecem que eu estava ali naquela história, naquele tempo, naquela juventude. E só a saudade do desconhecido é que fica. Enfim, gostaria de ter feito parte de outros tempos, mas que tempos? Quero marcar o meu próprio. Sou um sonhador, sim. E essa é uma das minhas maiores virtudes, pois, são eles que me impulsionam diariamente. É hora de quebrar paradigmas, mostrar a virtude dessa geração.

"Até bem pouco tempo atrás, poderíamos mudar o mundo. Quem roubou nossa coragem? Tudo é dor, e toda dor vem do desejo de não sentirmos dor...
Já estamos tão acostumados a não termos mais nem isso."
Não se tem uma ideologia de vida, não se tem mais vontade, parece que estamos conformados com o mundo. Tudo é modinha, roupas e estilos "style", novos conceitos, mas todos sem conteúdo. O mundo se contorce em nossa frente e o que fazemos? Vamos escutar nosso ipod e acessar o myspace! O movimento estudantil não tem mais vida, é raro os casos que ainda se unem e vão à luta (Viva a invasão à reitoria!). Também não digo que apenas manifestações, badernas e coisas do tipo é que demonstram garra, força e determinação. Meu questionamento é: Cadê nossa identidade? Qual é a nossa virtude? As pessoas andam frias e cada vez mais egoístas, cada um no seu mundinho. A juventude quer ser ouvida, mas não tem nada a dizer.
O mundo espera algo de nós, pois somos fortes, a própria bíblia diz isso. Nosso tempo é curto e a juventude é um pulo. O que contaremos às próximas gerações sobre nossos feitos? O que diremos a respeito da nossa cultura jovem? Qual será nossa contribuição ao mundo? Qual é a nossa marca? Orkut, msn e flogs o tempo todo? São tantas histórias de outras gerações que me deixam fascinado.
Às vezes tenho saudade de coisas que não vivi, que não presenciei. Há momentos que parecem que eu estava ali naquela história, naquele tempo, naquela juventude. E só a saudade do desconhecido é que fica. Enfim, gostaria de ter feito parte de outros tempos, mas que tempos? Quero marcar o meu próprio. Sou um sonhador, sim. E essa é uma das minhas maiores virtudes, pois, são eles que me impulsionam diariamente. É hora de quebrar paradigmas, mostrar a virtude dessa geração.

"Até bem pouco tempo atrás, poderíamos mudar o mundo. Quem roubou nossa coragem? Tudo é dor, e toda dor vem do desejo de não sentirmos dor...
Já estamos tão acostumados a não termos mais nem isso."
30 abril 2008
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